Os europeus “têm o hábito de ser mais ativo e se fazem entender. Sobre a impressão de que seu movimento de equilíbrio no continente é um impacto, um negociador latino-americano é encontrado. Eles mantêm suas posições, não reviennent pas en arrière, mas eles não parecem mais fortes. disparu.”
Ilha de Belém
No entanto, quando todos os países receberam o projeto de acordo da presidência brasileira vendredi matin, a UE decidiu assumir uma posição.
Três diplomatas europeus declararam que o conjunto do bloco était uni dans la fureur contre le texte – das nações mais ambiciosas em matéria de clima, como a Dinamarca, aux retardatários, como a Pologne, se lamentam da faiblesse du langage sur la réduction des emissions et des lignes rouges franchies en matière de finance.
Todos os ministros foram convidados a telefonar para sua capital para exigir a autorização do oponente ou vetar um acordo se necessário, indicando quatro diplomatas. Wopke Hoekstra declarou durante uma reunião organizada pelos Brésiliens: “Nous n’allons en aucun cas accepter cela.”
“Nous sommes restés unis jusqu’au bout, même si, bien sûr, nous avions tous des divergences d’apréciation sur la situação générale”, declarou a ministra francesa Monique Barbut, que foi declarada aos mais jornalistas que o texto no estado era “inaceitável”.
A força da mensagem da delegação da UE, no entanto, foi a mesma que foi ouvida pela cheffe de arquivo, Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia. Expressando-se ao mesmo tempo no G20 na África do Sul, Ursula von der Leyen afirmou: “Nous ne luttons pas contre les combustibles fossiles, nous luttons contre les emissions provenant des combustibles fossiles.”




