Isso deixou uma enorme lacuna. Os dois países de alto poluente do mundo haviam estabelecido o curso para o resto do mundo-embora em um ritmo muito lento para evitar aquecer o planeta para níveis catastróficos.
Mesmo nas horas antes de seus líderes encontrarem o presidente chinês Xi Jinping na quinta -feira, não havia garantia de um acordo. Mas na quarta -feira à tarde, os diplomatas da UE foram informados de que o comunicado será adiante, de acordo com dois dos informados, que receberam anonimato para discutir as negociações.
Se chegar um acordo, não há certeza de que será significativo.
Independentemente disso, especialistas dizem que uma declaração conjunta entre os líderes da UE e da China, sendo lançada para a cúpula de quinta-feira, pode ser um impulso muito necessário para os mercados de energia limpa e dar confiança política aos governos de outras nações para reduzir ainda mais suas próprias emissões.
“Este é um momento em que a UE e a China não podem se dar ao luxo de perder”, disse a ex -presidente da Irlanda, Mary Robinson, uma voz proeminente na diplomacia climática. “A cooperação climática da UE-China pode ajudar os mercados estáveis, acelerar a transição de energia limpa e mostrar que, mesmo em um momento de divisão, a ação climática continua sendo um dos caminhos mais seguros para a resiliência”.
Na quinta -feira, Ursula von der Leyen e António Costa, presidentes da Comissão Europeia e Conselho Europeu – que escreve a legislação do bloco e representa os líderes nacionais, respectivamente – se encontrarão com XI e Premier Li Qiang em Pequim para negociações, incluindo segurança, economia e comércio.




