A Comissão delineou quatro projetos emblemáticos no roteiro, bem como impulsionar o complexo industrial militar do bloco, continuando a apoiar a Ucrânia, que é considerada uma “parte integrante da arquitetura de defesa e segurança da Europa”.
Von der Leyen apresentará o roteiro aos líderes da UE na sua cimeira de 23 de outubro.
Os quatro principais esforços de defesa no roteiro são: a Iniciativa Europeia de Defesa de Drones; a Vigilância do Flanco Oriental; o Escudo Aéreo Europeu; e o Escudo Espacial Europeu. A ideia é que a Comissão ajude os membros a coordenar projectos que são demasiado grandes para um único país realizar sozinho, tendo ao mesmo tempo em conta a necessidade de preservar a soberania nacional sobre a defesa.
Cada projecto emblemático, com um calendário definido no documento, será liderado por um Estado-Membro, apoiado pela Comissão, e abordará lacunas de capacidades sem criar uma estrutura operacional.
“O roteiro tem objetivos e prazos claros sobre como iremos alcançá-los. Cabe aos Estados-membros; eles estão no comando. Mas ajuda-os a preencher as lacunas e a cumprir as tarefas definidas pela OTAN”, disse Kaja Kallas, o principal diplomata do bloco.
A Comissão disse que os programas emblemáticos são impulsionados por pedidos dos Estados-Membros. “Os países da linha da frente sentem a sensação de urgência e querem preparar-se depois de vermos as incursões de drones na Europa”, disse um funcionário da Comissão antes de apresentar os planos, referindo-se aos recentes sobrevoos do território da UE por drones russos.




