“O Kosovo precisa urgentemente de acompanhar as prioridades relacionadas com a UE”, disse Kos durante uma conferência de imprensa com o primeiro-ministro interino, Albin Kurti, em Pristina. “Kosovo precisa de instituições estáveis e de um governo eficaz”, acrescentou.
O Kosovo declarou independência da Sérvia em 2008 e candidatou-se à adesão à UE em 2022, mas ainda existem grandes obstáculos que impedem o estatuto de candidato.
Cinco países da UE — Espanha, Grécia, Roménia, Eslováquia e Chipre — ainda não reconhecem o Kosovo, enquanto Belgrado também se recusa a reconhecer a sua independência, o que dificulta a normalização das relações entre as duas partes.
Ambas as questões continuam a ser fundamentais para o caminho do Kosovo na UE, e a sua instabilidade política também dissuadiu o seu progresso, uma vez que irá realizar eleições antecipadas em 7 de Junho, após o colapso do seu governo, após não ter conseguido eleger um presidente.
Cerca de “41 meses depois de termos solicitado a adesão à UE, é altura de o Kosovo receber o seu estatuto de candidato e abrir as negociações de adesão”, escreveu Kurti nas redes sociais. “O processo de adesão à UE consolidará ainda mais a democracia do Kosovo, aumentará o crescimento económico e melhorará o bem-estar dos nossos cidadãos, o que é um objetivo partilhado e um interesse mútuo.”




