Codina aplaude setor de calçado feirense ao falar da vinda para Portugal​

Codina aplaude setor de calçado feirense ao falar da vinda para Portugal

Santa Maria da Feira é um concelho atrativo para as alcaçarias

•  Pintura, textura e brilho são aplicados mediante os requisitos dos clientes

Entre todas as cidades da Europa, Santa Maria da Feira, foi a eleita para receber uma das maiores e mais antigas empresas de curtumes espanhola, instalada no Brasil há mais de 33 anos — a Codina que em Portugal se apresenta com a denominação Napa Codina.

As 700 empresas de calçado que operam em Portugal foram o fator determinante na escolha de um país para a sua instalação, mas a beleza da história, contada ontem, por Rui Neves, no Jornal de Negócios, está precisamente na escolha que veio a seguir: Santa Maria da Feira — que para Marc Codina, responsável pela Napa Codina, “é um dos mais importantes polos da indústria portuguesa de calçado”.

De acordo com a notícia avançada, a Napa Codina chegou a Santa Maria da Feira há cerca de um mês, escolheu um pavilhão de 1500 metros quadrados, situado no Centro Empresarial da Feira, um espaço vulgarmente conhecido como as antigas instalações da Rohde. Calcula faturar um milhão de euros no primeiro ano e seis nos três primeiros, o investimento na Feira tem o valor superior a um milhão de euros. A empresa espanhola arrancou com uma dezena de trabalhadores, número que deverá ser triplicado até ao final do próximo ano.  

Pintura, textura e brilho, são as três tarefas que se realizam diariamente na Napa Codina mediante os requisitos dos clientes. Por mês curtem-se cerca de 50 mil metros quadrados de peles de cabras e carneiros, onde metade da produção deverá ter como destino os mercados já estabelecidos pela casa mãe, nomeadamente Espanha, Itália, França ou Alemanha.

Para Emídio Sousa, Presidente da Câmara da Feira, este é “mais um investimento internacional em Santa Maria da Feira” a comprovar o crescimento económico do concelho nestes últimos anos. É também a prova que Santa Maria da Feira “ganhou notoriedade e está no radar internacional”. 

O Presidente sublinha ainda que estas escolhas são “fruto das ações internacionais que temos feito” e dá como exemplo a Magnanni —  uma empresa de calçado para homem, que é um dos maiores produtores de calçado de luxo do mundo. “A vinda de umas empresas arrasta outras e provavelmente esta empresa vem na sequência do trabalho que temos feito”, disse. 

 

Pode ler o artigo de Rui Neves, para o Jornal de Negócios clicando AQUI.

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