Canedo assusta malapeiros, mas faltou-lhe um “danoninho”

Canedo assusta malapeiros, mas faltou-lhe um “danoninho”

Rapinha: “um grande jogo entre duas grandes equipas, mas a justiça é feita de eficácia”

▌Ricardo Maia, técnico malapeiro: de “um jogo difícil com demérito próprio

Canedo FC – 0

S. João de Ver – 2

A arbitra da partida infringiu o fair-play do jogo com excesso de rigor na amostragem do amarelo. Sandra Bastos não se deteve com esperas e quando entendia que os jogadores pisavam o risco das regras codificadas, levantava a mão — o problema é que quando o árbitro se precipita, dentro do campo tudo se precipita. O Canedo brilhou só não marcou, o S. João de Ver esteve mal e nem Ricardo Maia gostou do que viu.   

Primeiros 10 minutos — passa para mim que eu passo para ti. Às tantas lá sai uma jogada com princípio meio e fim, mas o fim era sempre para cima e pro’lado.
 
Aos 12 minutos, Bruninho sofre uma entrada maldosa que passa em claro à arbitra quando o cartão era mais que merecido. Mais a frente Óscar tem um entrada faltosa à entrada da área e não se livra do primeiro amarelo — por qualquer coisa que terá dito em protesto, lá aparece a mão da arbitra no ar com novo amarelo para o capitão do Canedo.
 
Pelos 25 minutos livre para a casa com jogada envolvente — aparece Yemi a falhar o remate final. Mais um jogada de ataque do Canedo e em remate de ressaca Fredy manda ao poste. 
Por esta altura, começávamos a ter dificuldade em ver onde andava o vice-comandante da série — uma vez que estávamos perante um candidato ao título que pelos visto se tinha esquecido das credenciais. 
 
Mas, no futebol, o que conta é o golo e aos 45′ minutos vem à tona a velha máxima — quem marca, ganha e numa jogada pelo lado esquerdo aparece Zé António a encostar, dando o melhor seguimento a um centro que pingou à frente do redes. O S. João de Ver fechou a primeira parte a vencer pela margem mínima.
 
Início da 2.ª parte com a equipa de Miguel Rapinha a ir para a frente e a rematar à baliza como que a dizer — “estamos aqui”. Ao minuto 55′ cartão amarelo a Caio do S. João de Ver por entrada dura. Dois minutos a seguir, aos 57′, Óscar choca com Aranha, de forma que nos pareceu acidental, quando ambos procuravam a bola, mas assim não entendeu a árbitra do jogo que mostrou o segundo amarelo ao jogador do Canedo e consequente vermelho. Aos 60′ minutos, amarelo para Fredy por algo que gesticulou e nada mais — decisão quanto a nós, demasiado dura porque para “segurar” o jogo não são necessários amarelos. Aos 65′ minutos sai Fredy e entra Ameriquinho no Canedo.
 
O Canedo com menos um começou a encolher, mas o S. João de Ver estava longe de ser mandão — exigia-se mais a quem vai em segundo e Miguel Rapinha viu isso.

▌Edu Marques (SJ Ver) vigiado por Letz do Canedo

Nos minutos que se seguiram ambos os técnicos tentaram retificar; aos 70′ minutos no S. João de Ver sai Caio e entra Kleber; o Canedo tira Yemi e faz entrar Tiago Osório. Mais à frente nos malapeiros sai Zé António por Vando, no Canedo entra Esneider para o lugar de Paulo Sá. 

Aos 85′ minutos, amarelo a Joãozinho do S. João de Ver e Ricardo Maia aproveita para fazer nova substituição — sai Alex e entra João António. 

O Canedo dava muitos sinais de inconformismo e o empate podia acontecer apesar da equipa da casa sair para o ataque aos repelões e menos organizada. À medida que o tempo decorria era o tudo por tudo e quando se puxa o lençol para cima, destapa-se em baixo — numa situação dessas, em contra-ataque rápido com a equipa do Canedo muito adiantada aparece Joãozinho e com boa execução faz uma chapelada a Zé  Nino que nada pode fazer.

A arbitra deu 6′ minutos de compensação em grande parte derivados às constantes “lesões” do guarda-redes malapeiro, sempre a quebrar o ritmo de jogo à inconformada equipa do Canedo.

Os treinadores:

Miguel Rapinha

Treinador — Canedo
 
 
No final Miguel Rapinha salientou “um grande jogo entre duas grandes equipas, mas a justiça é feita de eficácia e o S. João de Ver foi mais eficaz embora o Canedo tivesse boas oportunidades, pois chegou muitas vezes à baliza com a bola”. O técnico salientou ainda “o anti jogo do S. João de Ver perante uma equipa reduzida a dez”, mas lembrou que o seu “objetivo é o rumo à manutenção”.
 

Ricardo Maia

Treinador — S. João de Ver

Ricardo Maia, técnico malapeiro, frisou tratar-se de “um jogo difícil com demérito próprio em superar as dificuldades criadas pelo adversário”. Ricardo Maia recordou uma “exibição fraca na qual valeram os golos, onde a equipa insistiu em dinâmicas fora de tempo que em nada nos favoreceram, mas contou as que entraram.”  

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