Cabo Verde quer importar a cultura da Feira

Cabo Verde quer importar a cultura da Feira e feirenses

Presidente da Câmara da Ribeira Grande de Santiago na Viagem Medieval em terras de Santa Maria

•  “Podemos levar pessoas daqui para poderem participar na nossa recriação”, Manuel de Pina

Texto: Tânia Silva | Foto: Ventura

Quarta-feira, na abertura da Viagem Medieval, Manuel de Pina, presidente da Câmara Municipal da Ribeira Grande de Santiago, em Cabo Verde elogiou os resultados económicos e culturais que o evento gera em Santa Maria da Feira, sublinhando que está aqui para testemunhar os 12 dias da Viagem e levar toda esta experiência para casa. 
 
“A primeira recriação histórica que fizemos foi em setembro, tivemos a segunda em junho e aprendemos muito com Santa Maria da Feira que é o nosso parceiro principal. Estamos aqui, mais uma vez, para testemunhar o que vai acontecer ao longo dos 12 dias porque a Viagem Medieval é um grande evento, ao nível do que de melhor se faz Europa”, explica o presidente que destaca a importância da cultura no panorama económico do desenvolvimento local.

“As recriações históricas são importantes porque são uma forma de preservar a nossa história e trazê-la para os dias de hoje. Por outro lado, há também toda uma economia que advém do evento”. 


Manuel de Pina salienta que a recriação histórica de Cabo Verde tem uma dimensão muito  diferente da Viagem Medieval, “é muito pequena comparada com o que está a acontecer aqui”, mas deixa, no entanto, o convite ao concelho “gostávamos que as gentes de Santa Maria da Feira também acompanhassem a nossa recriação”. 

O presidente salienta que objetivo da visita é compreender o processo de crescimento que conduziu ao êxito da Viagem Medieval e transportá-lo para a recriação histórica de Ribeira Grande de Santiago. “Estamos a aprender o caminho que conseguiram fazer aqui porque acreditamos que a recriação histórica de Cabo Verde veio para ficar”. Manuel Pina coloca a hipótese de levar alguns santamarianos a Cabo Verde: “vamos continuar a apostar nesta experiência e podemos levar pessoas daqui para poderem participar na nossa recriação e, ao mesmo tempo, conhecerem Cabo Verde e a nossa cultura”.

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