A UE já descartou seu acordo de facilitação de visto com a Rússia em setembro de 2022, depois que Moscou lançou sua invasão em escala em grande escala da Ucrânia, tornando o processo de inscrição mais caro e árduo.
Mas os vistos continuam de responsabilidade de países membros, o que significa que o executivo da Comissão não pode impor uma proibição abrangente dos russos que entram no bloco.
Como resultado, as políticas nacionais variam amplamente, com alguns países, como Polônia, Tchechia, Finlândia, Letônia, Estônia e Lituânia, bloqueando ou limitando severamente as solicitações de visto de russos, exceto em casos específicos; Enquanto outros, incluindo Hungria, França, Espanha e Itália, continuam a conceder mais liberalmente.
Em 2024, mais de meio milhão de russos receberam vistos de Schengen, de acordo com dados da Comissão – um aumento acentuado em relação a 2023, embora ainda muito abaixo dos níveis pré -guerra, com mais de 4 milhões emitidos em 2019.
A próxima estratégia de todo o bloco da Comissão, que será lançada em dezembro, não imporá regras vinculativas, mas estabelecerá recomendações comuns, incluindo critérios mais rígidos para os russos que entram no bloco, de acordo com o funcionário da Comissão.
De acordo com um pedido de evidências de Bruxelas, o plano “se concentrará em parte em enfrentar desafios emergentes, particularmente aqueles relacionados aos riscos de segurança”.



