A Polónia registou o maior aumento em números absolutos, acrescentando quase 13 000 novos beneficiários, seguida pela Alemanha (+7 600) e pela Chéquia (+3 500). Apenas a França registou um pequeno declínio de 240 pessoas.
As mulheres representavam 44% de todos os protegidos, os menores 31% e os homens cerca de 25%. Os ucranianos representavam mais de 98 por cento de todas as pessoas a quem foi concedida protecção temporária ao abrigo do regime da UE, que foi prorrogado em Junho até Março de 2027.
Os números surgem num contexto de crescente desconforto político na Alemanha e na Polónia, onde os políticos alertaram que o afluxo de jovens ucranianos poderia minar o apoio público a Kiev.
Os partidos de extrema-direita aproveitaram a questão, acusando os refugiados de se esquivarem ao serviço militar e de sobrecarregarem os sistemas de segurança social.




