“Haverá uma limpeza e uma reinicialização na gestão da Energoatom”, disse Zelenskyy na quarta-feira.
No total, a Comissão concedeu “mais de 3 mil milhões de euros” em ajuda relacionada com a energia a Kiev desde 2022, disse um porta-voz do executivo da UE.
Cerca de um décimo desse montante foi canalizado através da Comunidade da Energia, uma organização internacional que fornece à Ucrânia equipamentos energéticos em espécie, como transformadores, com base em pedidos de Kiev. No total, mobilizou 1,5 mil milhões de euros em doações dos parceiros ocidentais da Ucrânia.
O Diretor da Comunidade de Energia, Artur Lorkowski, classificou o escândalo como “frustrante”. Mas na organização com sede em Viena, o “risco de corrupção é mitigado”, disse ele, uma vez que mantém “controlo total” sobre a coordenação, compra e monitorização pós-chegada do equipamento – com a aquisição a cargo de uma agência independente no Reino Unido.
Entretanto, o BERD atribuiu 3,1 mil milhões de euros em ajuda ao sector energético da Ucrânia, disse um porta-voz do banco, cerca de um terço do seu apoio total desde 2022. Os seus “requisitos de aquisição muito robustos”, incluindo concursos abertos e pagamentos directos a empreiteiros, disseram, dão ao banco um “grau muito elevado de conforto” para futuras doações.
Ainda assim, outros argumentam que ainda há um longo caminho a percorrer para eliminar a corrupção no sector.




