Alerta Rosa, nasceram quatro bebés Flamingo no Zoo de Lourosa

Alerta “Rosa”: nasceram quatro bebés Flamingo no Zoo de Lourosa

Um projeto que iniciou há nove anos: a criação de uma colónia de nidificação 

• A colónia conta agora com 31 flamingos, mas o objetivo é chegar aos 40 

O Zoo de Lourosa tem novos habitantes, nasceram quatro flamingos e os bebés já podem ser vistos na sua instalação. Os recém-nascidos são o resultado de um projeto para criar uma colónia de nidificação que o único Parque Ornitológico do país iniciou há cerca de nove anos.
 

A história começa no final de 2010, quando o Zoo de Lourosa se deparou com um grupo de aves selvagens irrecuperáveis que nunca tinha criado. Em fevereiro de 2011, com a intervenção da coordenadora da espécie da Associação Europeia de Zoos e Aquários (EAZA), o parque ornitológico recebeu dez flamingos jovens do Zoo de Basileia, na Suíça. Com a chegada destes novos membros o único parque ornitológico do país, o Zoo de Lourosa, decretou “Alerta Rosa” — o objetivo passava por criar uma colónia com capacidade de nidificação. A par do projeto nasceu para o público a “Hora de alimentação dos flamingos”, que pretende dar a conhecer aos visitantes as várias curiosidades sobre a biologia desta espécie enquanto o tratador faz a sua alimentação.

A introdução de aves jovens teve grande impacto no comportamento do grupo residente que se tornou mais tranquilo. Em 2015, quando as aves provenientes de Basileia atingiram a idade adulta, observou-se, pela primeira vez, a construção de ninhos. E no dia 13 de julho de 2017 nasceu o primeiro flamingo do Zoo de Lourosa. Em 2018, nasceram três flamingos e, em 2019, nasceram quatro. Agora, o Zoo passou a reproduzir casais de aves do grupo inicial, casais oriundos de Basileia e casais mistos — a colónia conta agora com 31 flamingos, incluindo as crias deste ano, mas o objetivo é chegar aos 40.

Os flamingos quando nascem são cinzentos, e adquirem a coloração de adulto por volta dos quatro anos ao atingirem a maturidade sexual — a coloração rosa deve-se aos pigmentos (alfa e beta carotenos) presentes no alimento que ingerem. Uma vez que os flamingos não possuem dimorfismo sexual, não é possível distinguir macho e fêmea pelas suas características físicas, daí que é necessário fazer-se uma endoscopia, que será realizada por volta dos seis meses.

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