“Como funcionária, mãe e ex-aluna é um orgulho enorme ter esta escola aqui”

“Como funcionária, mãe e ex-aluna é um orgulho enorme ter esta escola aqui”

A música e o convívio tomaram conta do Agrupamento Escolar de Lobão no seu aniversário

▌Os jovens músicos fizeram um mini-recital para os convidados

No dia 15 de novembro, a música, o convívio e a partilha tomaram conta do Agrupamento Escolar de Lobão e tornaram a comemoração dos 25 anos da escola num momento ainda mais especial.
 
José Santos, presidente da União de Freguesias de Lobão, Gião, Louredo e Guisande abriu os discursos com um profundo agradecimento a todos os que contribuíram para este trajeto porque “vinte e cinco anos — um quarto de século — é realmente uma data especial e trilhamos um percurso que em muito honra a freguesia e o concelho”, disse ao relembrar que este é também um tributo ao trabalho de quem por lá passou. 
 
Ao falar de trabalho, entrega e esforço, José Santos deixou um agradecimento especial à Câmara Municipal da Feira, destacando a envolvência que vem demonstrado no ensino — falou de um trabalho diferenciador que motiva a excelência nos alunos, a participação dos pais e da comunidade. 
 
As últimas palavras de apreço foram dirigidas ao diretor do agrupamento, Manuel Couto — José Santos, sublinhou a “capacidade de liderança e cooperação inequívocas”, de um diretor que “jamais descurou a sua responsabilidade social e assume-se como agente ativo em diversas parcerias e iniciativas locais — intervindo sempre que necessário, suprimindo as faltas e carências, apoiando as famílias mais vulneráveis e promovendo a igualdade de oportunidades”. O autarca aproveitou o momento e relembrou aos responsáveis da Câmara Municipal que “o nordeste do concelho está completamente amputado ao nível do 3.º ciclo e há muito que nos debatemos por ele”. 
 
Emídio Sousa, presidente da Câmara da Feira, agradeceu o “magnífico momento”; assinou as palavras de José Santos e lembrou que “a missão de educar não é só da escola, é de todos nós”. 
 
Ao som das palavras de Aristóteles —  “educar a mente sem educar o coração não é educação” — aos alunos, corpo docente e funcionários, Emídio Sousa, pediu calma, cortesia e compreensão, para que os relatos de violência que se ouvem continuem afastados das escolas do nosso concelho. 
 
Os 25 anos da EB2/3 de Lobão foram o mote para Emídio Sousa falar daquele que será o seu compromisso para 2021 — um ‘toque de Midas’ em todas as infraestruturas educativas do concelho: “se cá continuar e, espero fazê-lo por mais quatro anos, o próximo mandato será de um plano geral para todas as escolas”. Plano que Emídio Sousa afirma irá contemplar obras de melhorias físicas e de capacitação tecnológica para “criar as melhores condições de aprendizagem” e fazer do concelho da Feira “um território competitivo pelas competências das pessoas”. 
 
Dois a cinco mil jovens formados, com competências especiais para atrair empresas que utilizem tecnologias de ponta é o objetivo de Emídio Sousa para o próximo mandato, embora reconheça que já há uma enorme preocupação com as atuais condições das escolas.
 
“Há muita obra a fazer e precisamos de fazer um grande investimento ao nível do 1.º, 2.º e 3.º ciclos e até do secundário”, mas “este mandato é o mandato das estradas”, o próximo será direcionado para aquela que o Presidente da Câmara considera ser a maior de todas as missões: “a educação”.  

▌O diretor do agrupamento, Manuel Couto, com o Presidente da Câmara, Emídio Sousa

Manuel Couto, diretor do agrupamento, falou em 25 anos de muito trabalho e de muita dedicação — não só da sua parte, mas de todos os que trabalham e já trabalharam no agrupamento.

Uma taxa de sucesso educativo que ronda os 98% é para o diretor do agrupamento a maior de todas as conquistas — “as medidas que o governo quer implementar, já as fazemos há muitos anos”, diz ao falar dos ex-alunos, os melhores embaixadores que a escola tem. “Estamos a receber alunos cujos pais já andaram aqui, fazem-no porque acreditam neste trabalho e é muito agradável percorrer a união de freguesias e ver ex-alunos em lugares de chefia e empenhados no seu dia a dia”.

A par da grande conquista vem aquela que Manuel Couto considera ser a grande mudança destes 25 anos — explicação que traz uma salva de palmas para toda a comunidade: “as pessoas não entravam na escola, mas as portas abriram-se e as pessoas sentem, agora, que a escola é sua, não é só dos professores e dos assistentes operacionais e técnicos”.  

Mónica Silva, 34 anos

Ex-aluna e funcionária  

“Fui aluna do 5.º ao 9.º ano, com muito orgulho. Tive o privilégio de conhecer o nosso atual diretor como professor e é uma honra muito grande ver todo o caminho que foi feito.

O que a escola era e o que a escola é hoje, não tem nada a ver — está muito moderna e mais evolutiva; coloca as crianças e a educação em primeiro lugar. Noto que é uma escola acolhedora e aqui falo sobretudo como uma mãe que tem aqui o filho.

Como funcionária, mãe e ex-aluna é um orgulho enorme ter esta escola aqui e espero que tenhamos tudo e todos do nosso lado para que os próximos projetos sejam todos realizados”.

 

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