Uma briga entrou em erupção entre apoiadores, federações nacionais e a Comissão Europeia em dois jogos da liga que acontecem no exterior nesta temporada, uma partida espanhola da Liga em Miami e uma partida italiana da Serie A em Perth, Austrália.
O comissário do esporte da UE, Glenn Micallef, manifestou sua objeção “emocional” aos jogos europeus jogados fora da Europa durante uma entrevista do Politico em maio, acrescentando no mês passado que ficou “profundamente decepcionado” com as propostas.
Os apoiadores do futebol Europa (FSE), um grupo de defesa dos fãs, haviam reclamado anteriormente à Comissão Europeia sobre “tentativas contínuas de impedirizar o futebol europeu” e pediram ao executivo da UE que tomasse medidas, de acordo com uma carta obtida pelo Politico.
Os recentes comentários de Micallef provocaram críticas da Liga Italiana, que disse que ficou “surpreso” por sua “posição excessiva”, e pelo chefe de futebol da Espanha, Javier Tebas, que respondeu: “Estamos falando de 1 partida de 380”.
O presidente da UEFA, Aleksander Čeferin, disse ao Politico que também se opôs aos planos, dizendo que “as equipes européias deveriam jogar na Europa”, mas observou no início deste mês que as opções legais do órgão europeu eram limitadas.




