As greves vêm quando o presidente dos EUA, Donald Trump, está aumentando a pressão sobre o líder russo Vladimir Putin, enquanto procura forjar um acordo de paz para acabar com a guerra.
A Ucrânia fez de segurança apoiada no oeste, garante uma demanda central em qualquer acordo para evitar novos ataques russos. Depois que o presidente do país, Volodymyr Zelenskyy, e alguns de seus principais apoiadores europeus se reuniram na Casa Branca em 18 de agosto, o governo de Trump sinalizou que apoiaria uma força liderada pela Europa, ajudando a garantir a segurança ucraniana, fornecendo ativos de inteligência e supervisão de campo de batalha e participando de um escudo de defesa aérea.
Mas, embora Trump tenha dito depois que logo convocaria uma reunião trilateral com Putin e Zelenskyy, e que o russo havia concordado com a idéia, os observadores do Kremlin lançaram dúvidas sobre as intenções de Putin.
O presidente russo prevariou, arrastando os calcanhares em qualquer reunião direta com Zelenskyy e nas negociações de paz.
Moscou dobrou suas solicitações, incluindo exigindo que Kiev cede toda a região de Donbas, entre eles os principais fortalezas estratégicas que a Rússia não controla. Zelenskyy descartou isso, dizendo que isso forneceria a Putin um trampolim para uma invasão futura.
Na quinta -feira, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, disse que os danos ao prédio da delegação da UE em Kiev eram “deliberados”, acrescentando que ele ficou “horrorizado” pelos ataques russos.




