Ele acrescentou que quer ter “100 % de certeza” de que os aliados da OTAN da Polônia vejam qualquer incursão da mesma maneira, para que “se o conflito entrar em uma fase muito aguda, não ficaremos sozinhos”.
Os incidentes aumentaram as preocupações de segurança ao longo do flanco oriental da OTAN, desencadeando pedidos de maior vigilância contra provocações russas.
Após a incursão de 21 drones russos na Polônia no início deste mês, o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, anunciou o lançamento da Missão Sentry Oriental para reforçar as defesas aéreas.
A Polônia também está considerando maneiras mais eficazes de neutralizar possíveis incursões russas, em vez de lutar por caças e usar mísseis muito caros para atingir drones baratos.
Tusk disse que, em situações mais ambíguas – como recentes sobrevilhas de caças russos acima da plataforma de perfuração petrobáltica da Polônia no Mar Báltico, fora das águas territoriais da Polônia – qualquer decisão de reagir precisará ser tomada com muito cuidado.
“Você precisa pensar duas vezes antes de decidir sobre ações que podem desencadear uma fase muito aguda do conflito”, disse ele.




