Os legisladores e grupos de direitos digitais expressaram preocupações sobre estas exclusões, que foram garantidas pelos países da UE durante a negociação da lei.
Poderes de policiamento digital
Ebner, que supervisiona questões de governação na Europol, disse que “quase todas as investigações” têm agora uma dimensão online.
Os investimentos em tecnologia e inovação para acompanhar o ritmo dos criminosos estão a colocar um “enorme fardo sobre as agências de aplicação da lei”, disse ele.
O funcionário da Europol tem estado em discussões com os chefes de polícia da Europa sobre a próxima expansão da agência da UE. Ele disse que “gostariam de ver a Europol fazendo mais no campo da inovação, na tecnologia, em cooperação com entidades privadas”.
“A inteligência artificial é extremamente cara. As plataformas legais de descriptografia são caras. O mesmo já deve ser previsto para a computação quântica”, disse Ebner. A Europol pode ajudar a reforçar as defesas digitais da Europa, por exemplo, destacando analistas com conhecimentos tecnológicos para investigações policiais nacionais, disse ele.
A missão central da Europol tem sido ajudar a polícia nacional a investigar crimes graves transfronteiriços através da partilha de informações. Mas os países da UE mostraram-se anteriormente relutantes em ceder demasiado poder de policiamento à autoridade a nível da UE.




