As observações de Barrot vieram no dia seguinte à Associação de Jornalistas da Agence France-Presse, na Newswire, disse que seus colegas em Gaza estavam morrendo de fome até a morte.
“Nenhum de nós se lembra de ver um colega morrer de fome. Recusamos vê -los morrer”, disse o sindicato em comunicado.
O comunicado dizia que um indivíduo que trabalha na AFP desde 2010 como fixador, freelancer e fotógrafo disse: “Meu corpo é fino e não posso mais trabalhar”.
Questionado sobre a situação dos jornalistas da AFP em Gaza, Barrot disse: “Esperamos poder evacuar alguns colaboradores jornalistas nas próximas semanas”.
O ministro das Relações Exteriores francês também criticou as táticas de Israel em Gaza.
“Não há mais justificativa para as operações militares do exército israelense em Gaza. É uma ofensiva que agravará uma situação já catastrófica que causará novos deslocamentos forçados de populações que condenamos com a maior firmeza”, ele é triste.
Israel lançou sua invasão de Gaza em outubro de 2023, depois que um ataque terrorista liderado por militantes do Hamas no território israelense deixou mais de 1.000 pessoas mortas. As forças de defesa de Israel que se seguem à guerra contra o Hamas mataram dezenas de milhares de pessoas na faixa de Gaza, de acordo com observadores internacionais e autoridades locais.
A pressão está aumentando sobre o primeiro -ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, depois que os ministros das Relações Exteriores de 28 países e o comissário de ajuda humanitária da UE condenaram seu país na segunda -feira pelo que eles denominaram “a alimentação com gotejamento da ajuda e a matança desumana de civis, incluindo crianças”.




