Georgescu não foi nomeado no comunicado à imprensa, mas foi identificado pela mídia romena como um dos consultores do golpe junto com Horaţiu Potra, o líder de um grupo paramilitar. O comunicado à imprensa se refere a ele como um “ex -candidato à presidência”.
Os promotores disseram que Georgescu e Potra se reuniram em 7 de dezembro para planejar o golpe após o Tribunal Constitucional em 6 de dezembro anular a primeira rodada da eleição presidencial de novembro, que Georgescu venceu, devido a uma suposta operação de influência russa.
Georgescu, um cético em extrema direita e cético da OTAN, foi posteriormente desqualificado de correr nas eleições de maio de maio.
As decisões do tribunal colocaram a Romênia no caos político, com milhares saindo às ruas do país. Segundo os promotores, Georgescu teve como objetivo explorar a “tensão social máxima” que se seguiu para gerar mais agitação e “mudar a ordem constitucional ou tornar mais difícil ou impedir o exercício do poder do Estado”.
Todos os 21 participantes da suposta tentativa de golpe, que são membros do grupo paramilitar de Potra, enfrentarão julgamento. O paradeiro de Potra é desconhecido, mas as autoridades romenas acreditam que ele está buscando asilo na Rússia, disse o promotor -geral da Romênia, Alex Florenta, em entrevista coletiva na terça -feira.
Florenta acrescentou que a Romênia foi “foi o alvo favorito de extensas campanhas híbridas” de Moscou, incluindo ataques cibernéticos e desinformação, para interromper as eleições de 2024.




