O presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou uma retirada das tropas norte-americanas no meio de uma disputa pública com o chanceler alemão Friedrich Merz, que disse que os EUA estavam a ser “humilhados” pelo Irão.
O anúncio do Pentágono ainda deixaria cerca de 33.000 soldados norte-americanos na Alemanha, revertendo um aumento que começou sob o presidente Joe Biden.
Um porta-voz da Comissão Europeia disse ao POLITICO que a presença militar dos EUA na Europa foi uma “contribuição significativa para a dissuasão e defesa da NATO” e formou a “base da defesa colectiva para 23 Estados-Membros da UE que também são Aliados” na NATO.
O porta-voz acrescentou que os países da UE estavam a cumprir os seus compromissos da NATO, aumentando as despesas militares a “um ritmo sem precedentes”.
O porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, disse em comunicado que o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, ordenou a retirada em resposta às “condições no terreno” depois de analisar o aumento de tropas dos EUA na Europa. “Esperamos que a retirada seja concluída nos próximos seis a 12 meses”, disse Parnell.
Chris Lunday e Victor Jack contribuíram com reportagens.




