Os moldavos irão para as pesquisas no domingo, em uma eleição atolada em tentativas de intromissão que os funcionários da segurança ocidental e as empresas de inteligência cibernética dizem originar na Rússia. A presidente da Moldávia, Maia Sandu, disse ao Parlamento Europeu na segunda -feira que a Rússia está gastando “centenas de milhões de euros” para subverter a eleição.
Em um dos ataques mais recentes, os hackers sequestraram os roteadores Wi-Fi para tentar sobrecarregar os servidores da Comissão Eleitoral Central da Moldávia, disse o chefe de polícia do país, Viorel Cernăuțeanu, disse à mídia local na quarta-feira, no que é conhecido como um ataque distribuído de negação de serviço.
Como a Ucrânia, a Moldávia é um “laboratório” para enfrentar “algumas das ameaças híbridas mais avançadas de nossos tempos”, disse Nistor. “Isso nos torna uma cama de teste natural para a Europa, um lugar onde podemos testar novas ferramentas (e) novas políticas”.
De acordo com Stanislav Secrieru, consultor de segurança nacional de Sandu, “a escala da interferência russa hoje excede em muito o que vimos em 2024”.
“Estamos vendo esforços sem precedentes: mais dinheiro para comprar votos, mais desinformação orientada pela IA amplificada por redes de trolls e mais recursos dedicados à orquestração de violência nas ruas. A Rússia está fazendo todas as paradas para dar uma inclinação para esta eleição”, disse ele à Politico.
O apoio à Moldávia dos Estados Unidos diminuiu, em parte quando desmantelou sua agência de desenvolvimento USAID no início deste ano, colocando mais o ônus da Europa.




