Sim, alguém gastou mais de 25 mil euros numa scooter cinzenta (uma Piaggio MP3 125, para ser mais preciso) na qual as nádegas quentes do antigo presidente francês foram pressionadas enquanto ele atravessava o trânsito em Paris.
A vida romântica de Hollande foi um grande acontecimento em 2015, quando a revista Closer expôs seu caso com a atriz. Uma foto estampada na capa mostrava Hollande, que na época mantinha um relacionamento com a jornalista Valérie Trierweiler, usando um capacete de aparência bastante boba (do ponto de vista estético, não de segurança!).
A imprensa francesa entrou em frenesi, saboreando o detalhe lascivo de um agente de segurança entregando um saco de croissants aos amantes (embora mais tarde tenha sido alegado que o saco continha documentos em vez de doces).
Mas o mundo mudou muito desde então e aparentemente há menos interesse na vida pessoal de Emmanuel Macron. Um novo livro – “Um casal (quase) perfeito”, do jornalista do Paris Match, Florian Tardif – afirma que a razão pela qual Brigitte Macron pareceu dar um tapa ou empurrar o marido na cara pouco antes de desembarcarem de um voo no Vietnã no ano passado foi que ela havia descoberto uma mensagem em seu telefone da estrela franco-iraniana Golshifteh Farahani.
Tardif alegou que o presidente Macron manteve uma “relação platónica” com Farahani durante vários meses. No entanto, algumas trocas – que Tardif disse ter sido encaminhadas por pessoas próximas a Macron – “foram muito longe”, disse o jornalista.
Talvez seja porque todos os envolvidos dizem que nada está acontecendo, mas há muito menos interesse nesta história. Os franceses não parecem estar pegando a pipoca e esperando pela próxima parcela obscena (veja bem, é difícil imaginar os franceses mastigando pipoca. Talvez escargots au beurre persillé).




