Os cidadãos alemães estão sendo solicitados a deixar o Irã e abster -se de viajar para o país devido a preocupações sobre possíveis ações retaliatórias de Teerã em relação às sanções, informou o Ministério das Relações Exteriores federal na quinta -feira.
A Alemanha, juntamente com a França e o Reino Unido, na quinta -feira desencadeou o processo para reimpor as sanções ao Irã no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Essas sanções foram levantadas em 2015 sob o Plano de Ação Abrangente Conjunto (JCPOA) em troca do Irã concordando em manter seu programa nuclear estritamente pacífico.
“Como os funcionários do governo iraniano ameaçaram repetidamente conseqüências no passado, não se pode descartar que os interesses e nacionais alemães sejam afetados por contramedidas no Irã”, disse o Ministério das Relações Exteriores em comunicado em seu site.
Os três países, conhecidos como E3, disseram que tentaram trazer Teerã de volta à mesa de negociações sobre seu programa nuclear, mas que o Irã continua violando os compromissos sob o acordo nuclear de 2015.
O Irã tem violado cada vez mais o acordo desde Donald Trump se retirou do JCPOA em 2018.
O Ministério das Relações Exteriores do Irã condenou a mudança pelos países da E3, chamando -o de “escalada provocativa e desnecessária”. Ele prometeu “respostas apropriadas”, sem entrar em detalhes.
As sanções da ONU em vigor antes do acordo de 2015 incluem um embargo convencional de armas, restrições ao desenvolvimento de mísseis balísticos, congela de ativos, proibições de viagens e proibição de produzir tecnologia relacionada à nuclear.




