“Estes são os principais investimentos”, disse Blendi Klosi, membro do Parlamento que propôs a extensão, à mídia albanesa. “Essa iniciativa beneficia apenas um segmento específico do setor – aqueles que têm como objetivo elevar a indústria para padrões mais altos”.
O esquema funcionou bem. Várias marcas internacionais, como a Marriott International, a Meliá Hotels International e o Radisson Hotel Group, abriram, enquanto o genro do presidente dos EUA, Donald Trump, Jared Kushner, deve transformar uma ilha albânia em um retiro de luxo.
Os críticos alertam, no entanto, que as praias não têm espaço suficiente para acomodar os visitantes que esses resorts trariam para a área e que a natureza está sendo destruída em nome do turismo.
O aeroporto de Vlora, que deve abrir em breve no sul do país, causou controvérsia sobre sua proximidade com uma área protegida. Ao mesmo tempo, canalizar a água do interior para os resorts costeiros para atender à demanda irritou ativistas e moradores locais, provocando protestos.
“A ganância substituiu o planejamento sensato – e, nesse caso, o amor da terra, da natureza e da pátria”, disse Alfred Lela, porta -voz do Partido Democrata da Oposição.
Muito grande, rápido demais
Os caçadores de emoções ainda podem encontrar partes menos desenvolvidas da Albânia para explorar, mas os dias de viagens de sujeira ao país acabaram.




