Fiães: Bloco preocupado com a subsistência do comércio local acusa executivo de “falta de sensibilidade”

Fiães: Bloco preocupado com a subsistência do comércio local acusa executivo de “falta de sensibilidade” 

Em causa está o planeamento na reestruturação do centro da cidade

▌Foto: Facebook/DR

A onda de contestação gerada pela eficácia nas obras do centro de Fiães continua – desta vez o Bloco de Esquerda põe o dedo na ferida e acusa o executivo de “falta de sensibilidade” e também de “falta de coordenação”

Para o bloco a contestação popular é legitima e acusam o executivo local e não realizar  um “levantamento das necessidades dos estabelecimentos comerciais”, pondo em causa a sua subsistência financeira.

Outra das preocupações demonstradas por este partido assenta na alteração de sentido do trânsito na Rua Santo Amaro em que foi substituído parte do pavimento  por pavimento em cubo de granito. 

Para os bloquistas “o estado desta via, após a intervenção” não passa de “uma autêntica aberração arquitetónica” que poderá ter efeitos negativos durante  “os dias de chuvas mais intensas.”

Também a escolha do local para pessoas com mobilidade condicionada levou a alguns protestos do partido: “é incompreensível e injustificável a escolha do local dos mesmos” – afirmaram os bloquistas – que acusam a falta de rampas de acesso para pessoas com mobilidade reduzida assim e de  um “estacionamento rápido”.

Para o Bloco de Esquerda isto “revela uma falta de planeamento e sensibilidade por parte dos decisores políticos locais.” 

Outra das acusações do partido vem da alegada “falta de eficácia na gestão do espaço público por parte dos autarcas da Junta da Freguesia e da Câmara Municipal.”

O partido acusa o executivo de ter “executado mais de duas vezes” algumas das zonas intervencionadas;  “uma falta de planeamento e coordenação entre os decisores políticos e os próprios empreiteiros.”

O Bloco de Esquerda de Fiães, termina a afirmar que “repudia a forma como a CMSMF e JF de Fiães lidaram com o processo de reabilitação do centro da freguesia” e aconselha recorda o executivo a necessidade de “ouvir sempre a população, as suas necessidades, anseios e visões.”

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