Partido Socialista acusa município de “inércia” acerca dos eco-crimes de S. Jorge

Partido Socialista acusa município de “inércia” acerca dos eco-crimes de S. Jorge

Socialistas alertam para as “graves consequências” destes crimes

Foto: DR

As descargas poluentes que tiveram lugar durante o mês de agosto em Caldas de S. Jorge, Santa Maria da Feira, ainda dão que falar, desta vez é o Partido Socialista que levanta a voz, e acusa a Câmara Municipal de “inércia”

A primeira descarga poluente teve lugar a 12 de agosto, na altura uma e ao DF, uma fonte local  suspeitou que dada a gravidade da situação “poderia ter origem numa das unidades fabris” que se cruzam o rio Uíma.

Na altura uma grande parte da população de trutas que tinha ali o seu habitat foi dizimada, tal era o nível de toxicidade presente nas águas.

Tanto o presidente da junta José Martins, como executivo camarário tiveram conhecimento e deslocaram-se ao local “a par com a GNR, ao local para averiguar a situação.”

Até hoje, ninguém descobriu a origem, nem houve uma denúncia direta que apontasse para o autor do crime.

O Partido Socialista mostra-se insatisfeito com os resultados que a investigação teve até ao momento e alerta que “estas descargas poluentes, acarretam graves consequências para a preservação da sua biosfera e para a saúde pública.”

Os socialistas acusam ainda o executivo de adotar uma postura de “total inércia” e vão mais longe revelando que “interpelaram o Ministério do Ambiente e da Ação Climática (MAAC), no sentido de saber se este Ministério tinha informação sobre a existência destas descargas e/ou a sua frequência.”

Em Santa Maria da Feira, a oposição quer ainda saber que medidas estão a ser tomadas e ver os responsáveis identificados.

Recorde-se ainda alguns dias depois da descarga de 12 de agosto – o Rio Uíma, foi novamente fustigado por outra descarga poluente.

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