Argoncilhe: música no coração da vila para quebrar o silêncio causado pela pandemia

Argoncilhe: música no coração da vila para quebrar o silêncio causado pela pandemia

Estrela de Argoncilhe realizou ontem o segundo concerto do projeto “música à porta”

▌Um dos concertos aconteceu junto ao largo da Igreja Matriz de Argoncilhe | Foto: DR

São pequenos concertos “pop-up” que aparecem por Argoncilhe: ontem quem passou pelo Largo da Igreja Matriz de Argoncilhe pelas 10h30, teve oportunidade de viver um deles

O Grupo Musical Estrela de Argoncilhe (GMEA) está numa missão: levar a música e a cultura às pessoas – “esta fase difícil todos teremos que nos adaptar e reinventar”, diz a direção, que sente uma chamada ao dever para “para encontrar outras formas de levar a nossa arte ao público e à comunidade de Argoncilhe, que sempre nos apoiou.”

Ontem, 2 de agosto, o GMEA fez prova disso mesmo – César Santos, o maestro da banda, e 16 músicos de sopro e percursão, levaram dois pequenos concertos ao coração de Argoncilhe: no largo da Igreja e outro levaram aos utentes do Lar de Idosos daquela vila.

O projeto GMEA lembra como é importante o papel da cultura neste verão de 2020 – quando tudo ficou mais cinzento em virtude da pandemida este grupo levou a si a responsabilidade de colorir com música a vila que lhe deu o nome. 

Para isso criou o Festival “Musica à Porta” de forma a “surpreender e animar na medida do possível, os dias de Verão” em Argoncilhe.

A forma como fazemos e vivemos a cultura está a mudar e projetos como este oferecem um caminho a seguir para as atuações ao vivo em meio durante a pandemia de COVID-19: o GMEA pode afirmar com certeza que faz parte de uma elite que, construtivamente, está a mudar e adaptar-se às novas realidades da cultura em Portugal.

 
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