Cristiano Santos, IL, apelida Feira Viva de “a TAP do nosso concelho”

Cristiano Santos, IL, apelida Feira Viva de “a TAP do nosso concelho”

Liberais acusam também o Partido Socialista de partilhar responsabilidades nesta gestão 

▌Cristiano Santos acredita que o Europarque não está a ser utilizado em todo o seu potencial | Foto: DR/DF

O representante da Iniciativa Liberal (IL) em Santa Maria da Feira quer explicações quanto à gestão da empresa municipal Feira Viva – o liberal não poupa o atual executivo e atribui “a responsabilidade do que de errado se passa na Feira Viva” à Câmara Municipal.

Para Cristiano Santos, não é surpreendente “a necessidade de ajuda devido à situação” de pandemia – segundo o mesmo a surpresa está “no montante da ajuda necessária”, uma ajuda que, segundo o liberal merece uma comparação e afirma que a empresa municipal Feira Viva é “a TAP do nosso concelho”.

O liberal também não poupa o Partido Socialista – principal partido da oposição – e afirma ser inaceitável “o PS vir mostrar indignação para os jornais sobre a situação hoje vivida na Feira Viva”; uma indignação que considera ilegítima porque, segundo Cristiano Santos, os socialistas tiveram “representação durante imenso tempo no Conselho de Administração de membros que hoje estão na Assembleia Municipal”.

“São os Feirenses que vão pagar o apoio financeiro direto na empresa municipal Feira Viva”, acrescenta Cristiano Santos, que acredita que este apoio será feito através das injeções de capital, “assim como o apoio indireto caso alguma coisa corra mal” e lembra ainda que a “Câmara Municipal é o garante do empréstimo.”

Recaem ainda outras dúvidas para o líder liberal – nomeadamente a “necessidade de a Câmara Municipal ter vereadores e restante pessoal da Câmara Municipal a prestar diversos serviços municipais em edifícios onde pagam aluguer” quando, segundo o mesmo, poderiam usar o Europarque.

Também considera que o arredamento de pavilhões pelo Feira Viva para “guardar material”, foi feito de “forma crónica” e sob “quantias avultadas”.

A qualidade do marketing e publicidade “para estimular as receitas” do Zoo de Lourosa, outra das instituições a cargo do Feira Viva, também deixa Cristiano Santos com dúvidas sobre a capacidade de resposta desta empresa municipal.

O líder liberal afiança ainda que “a Feira Viva necessita de uma gestão profissional e de escrutínio dessa mesma gestão” algo que acredita que “até ao momento tem deixado muito a desejar.”

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