Bloquistas querem “medidas drásticas” que penalizem o assédio no trabalho

Bloquistas querem “medidas drásticas” que penalizem o assédio no trabalho

Partido fez balanço do encontro com o ACT no distrito de Aveiro

▌Foto: DR

Uma delegação do Bloco de Esquerda (BE) reuniu com a Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) do entre Douro e Vouga e do baixo Vouga, e pede mais ações mais firmes por parte desta entidade

Em comunicado o BE sumariza a falta de inspetores que existem no distrito de Aveiro – indicando que existem apenas 19 inspetores para os 19 municípios que compõem este distrito.

O partido lembra que durante este cenário de pandemia o “distrito não recebeu nenhum novo inspetor de outras inspeções-gerais para reforçar o serviço”, uma necessidade urgente na ótica do partido, pois seria crucial “averiguar a veracidade do recurso abusivo a lay-off em caso de lay-off parcial”.

Os bloquistas acreditam que se “generalizou a precariedade no distrito” de Aveiro e acrescenta que “em pleno século XXI não se compreende a existência de acidentes de trabalho” por isso acreditam que “esta realidade que se vive no distrito é preocupante e demostrativa da necessidade urgente de alteração da legislação laboral em vigor”.

O comunicado relembra ainda que no distrito “a existência de assédio moral e sexual no mundo do trabalho, revelam o atraso cultural” presente em “algumas entidades patronais”, atraso esse, que é refletido nas demonstrações de “respeito dos mais elementares direitos dos trabalhadores”.

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