Feirense bate Leixões e carimba terceira vitória consecutiva

Feirense bate Leixões e carimba terceira vitória consecutiva

Cinco pontos separam fogaceiros do segundo, o Farense, que ainda tem jogo por realizar

▌Christian ganha a bola ao homem do mar que fica a ver jogar

3.200 espetadores coloriram as bancadas do Estádio Marcolino de Castro, onde uma boa e ruidosa representação matosinhense não assustou um Feirense focado na vitória. Excelente encontro de futebol, os homens de Filipe Rocha entraram bem e terminaram ainda melhor — somam o oitavo jogo sem derrota e reacendem a chama da subida. 

CD Feirense – 1

 

Leixões – 0

 

Árbitro: Tiago Martins

Feirense: Caio Secco, Tiago Mesquita, Gui Ramos, Ícaro, Ruca, João Amorim (Ricardo, 88′), Christian, Edson Farias, Feliz, Fábio Espinho (Vítor Silva, 72′) e Pedro Henrique (Camará, 72′) – Suplentes: Ricardo Benjamin, Fati, Vítor Silva, Ricardo, Zé Ricardo, João Victor e Camará) Treinador: Filipe Rocha

Leixões: Stefanovic, Zé Carlos, Pedro Pinto, Bura, Poloni, Amine (Pedro Monteiro, 84), Luís Silva (Vítor Bruno, 80), Romário, Avto, André Claro e Harramiz (Bruno Monteiro, 54). Suplentes: Miguel Oliveira, Bruno Monteiro, Pana, João Graça, Pedro Monteiro, Gonçalo Franco e Vítor Bruno Treinador: Manuel Cajuda.

Ação disciplinar:  Amarelos: Edson Farias (13), Feliz (44), Pedro Pinto (56), Vítor Silva (85) e Camará (90+5).

Jogo inicia-se com o Feirense a beneficiar de imediato do primeiro canto marcado diretamente para fora — o Leixões aguentava as investidas fogaceiras e dava claros sinais de se sentir bem com o empate, assistia-se a uma troca de bola no seu meio-campo sem arriscar nada na frente. Ao contrário, o Feirense, inconformado tentava chegar à área adversária quer com bola controlada, quer com passes a rasgar o campo.

Dava mais Feirense e a inquietude azul, obrigava o adversário a reposicionar-se e a desmontar a sua estratégia de domínio de jogo no seu meio-campo.

Aos 25′ minutos uma bicicleta mal executada por um atleta leixonense deixou Edson Farias maltratado — o árbitro entendeu não haver falta.

De seguida e aos 28′ minutos, Feliz que iniciou o jogo à direita, passando depois para o lado oposto onde parecia sentir-se mais à vontade, é derrubado em falta numa zona frontal, mas distante da baliza adversária — o que não impediu Fábio Espinho de obrigar Stefanovic a efetuar uma boa defesa para canto.

Chegados ao intervalo com resultado em branco, lisonjeiro para a equipa do mar.

Na segunda metade, entrou o Feirense novamente de rompante e, na primeira jogada, chega facilmente à área, mas o último passe entra muito atrasado perdendo assim nova oportunidade. O Leixões também retificou e apareceu com nova postura, ciente de que para marcar tinha de fazer mais.

Aos 50′ minutos o emblema azul vê um golo anulado a Pedro Henriques, o árbitro considerou que o jogador da casa apoiou-se no adversário para cabecear. Oito minutos depois, o Leixões tem a oportunidade do jogo, com o seu avançado a deslumbrar-se sozinho frente ao guarda-redes, mas atira por cima da baliza.

Minutos depois uma defesa incompleta de Stefanovic deixa a bola ao alcance de Pedro Henriques que reage tarde por não acreditar na dádiva.

Aos 73′, eficácia fogaceira a cem por cento, com um pontapé e um golo: o recém-entrado Vítor Silva executa um livre do lado esquerdo do ataque Feirense — a bola passa sem que ninguém cabeceie, engana o guarda-redes e só pára no fundo da baliza.

Dois minutos depois Edson Farias desperdiça nova oportunidade e faz passar a bola por cima de Stefanovic.  

Aos homens de Cajuda nada mais restava que não fosse o uso de futebol direto — o mister meteu mais homens na frente, sem conseguir bater um Feirense a dar sinais de alguma intranquilidade. 

O árbitro deu cinco minutos de descontos e o Leixões aproveitou-os para encostar  ainda mais a equipa da casa que de primeira sacudia a ‘água do capote’ — pelo que ambas as equipas fizeram a vitória assenta bem aos fogaceiros.

Uma vitória que representa muito para o clube de castelo ao peito – soma o oitavo jogo sem perder e jogar sobre vitórias é benéfico para a moral; também a matemática permite fazer contas ao Feirense: está agora a cinco pontos do segundo, o Farense, embora este tenha ainda um jogo por realizar.

Para Manuel Cajuda o empate seria justo –  o técnico acredita que a sua equipa teve o controlo do jogo e obrigou o Feirense a defender o resultado. Segundo o treinador os jogadores condicionados não eram desculpa: “quem não tem cão caça com gato”.

Por sua vez o técnico fogaceiro, Filipe Rocha, deu o resultado por justo e acreditava que podia até ser mais dilatado, frisou que  “o Feirense está preparado para tudo”.

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