Eleições PS Feira: Márcio Correia é candidato assumido, Rui Ferreira um “candidato a candidato”

Eleições PS Feira: Márcio Correia é candidato assumido, Rui Ferreira um “candidato a candidato”

Eleições para a liderança Partido Socialista – Feira, começam a mexer

▌Márcio Correia e Rui Ferreira, os possíveis sucessores de Mário oliveira

Em janeiro, o PS Feira prepara-se para eleger uma nova liderança — até ao momento há um candidato declarado, Márcio Correia, e um potencial “candidato a candidato”, Rui Ferreira.  

Até 1 de fevereiro, o PS Feira deverá anunciar um novo líder — os candidatos ainda não se apresentaram publicamente e a data de eleições está por definir, mas nos bastidores do partido circulam um nome e uma candidatura oficial. Entre os militantes, Márcio Correia, já confirmou que é candidato e conta com o apoio de dois “pesos pesados” —  António Cardoso e Susana Correia. Do outro lado, um grupo de militantes assume uma vontade de renovar e liderar o partido — Rui Ferreira é apontado como o candidato, mas para já o socialista afasta-se da palavra candidato e apresenta-se de outra forma “tenho essa aspiração e tenho esse anúncio, não sou um elemento isolado e há diversas pessoas que estão nesse caminho”. 
 
Ao Diário da Feira, Márcio Correia assumiu hoje, 31 de dezembro, que é candidato às eleições para a liderança do PS Feira — fala de uma candidatura natural que surge no âmbito da proposta que apresentou em 2018; assume-se como uma nova forma de pensar e executar política para Santa Maria da Feira. “Entendemos que estamos em condições de assegurar um novo Partido Socialista em Santa Maria da Feira”, com “uma política distinta daquela que tem sido realizada até agora” e “o objetivo é congregar o maior número possível de militantes”, refere ao realçar aquela que considera ser já uma posição de liderança nas eleições “com uma forte posição a nível interno”. 
 
“Tenho o apoio da maioria dos militantes de Santa Maria da Feira, Lourosa, Nogueira, Lobão, Canedo, Oleiros, S. João de Ver e Fiães”, secções que o candidato aponta deverão “apoiar esta candidatura”. 

A par destes apoios, Márcio Correia destaca ainda o de António Cardoso e Susana Correia, dois “pesos pesados” do partido, mas deixa o aviso que, em janeiro, outros nomes irão surgir.

“António Cardoso e a deputada Susana Correia são dois apoiantes que já manifestaram o seu apoio a esta candidatura. Há mais, mas nesta fase pediram anonimato”. 
 
As autárquicas de 2021 são o objetivo principal desta candidatura e Márcio Correia refere que terá o partido preparado para na hora H lutar “taco a taco” com o PSD — “o PSD é um adversário muito forte que desde sempre ganhou a câmara municipal, a nossa grande bandeira é naturalmente conquistar os cidadãos e o concelho de Santa Maria da Feira” e “ganhar o maior número possível de freguesias”. 
 
Quanto às qualidades que o destacam para o papel a que se candidata, Márcio Correia elege “um homem de trabalho e de luta” que valoriza o trabalho em equipa, “desde os meus 14 anos que estou habituado a coordenar equipas e concretizar objetivos. Consegui pegar em projetos que estavam a passar por enormes dificuldades e recupera-los com sucesso”.

É este trabalho que o candidato afirma ser já reconhecido por muitos militantes e cidadãos e que advém da sua “capacidade de diálogo e audição, de criar objetivos exequíveis e de motivação”, qualidades que enquadra nas atuais necessidades do Partido Socialista. 

O candidato acredita que “uma liderança forte” e um “partido unido” só serão possíveis com “uma equipa que respeita todas as opiniões” e “que depois se decida em prol dos interesses de Santa Maria da Feira e das suas 31 freguesias – é esse o principal mote”, refere ao sublinhar que “não temos receio das dificuldades e estamos mentalmente preparados para trabalhar”.

O candidato a líder socialista no concelho assume que os resultados menos positivos obtidos pelo PS nas últimas eleições autárquicas refletem “a instabilidade”, “falta de liderança e de um projeto com visão”, mas os erros do passado servem para aprender e “vamos tentar congregar todas as falhas que o PS Feira tem tido e corrigi-las de forma a criar a estabilidade política necessária para ganhar eleições”. 

Na corrida à liderança do partido, surge uma nova fação, onde Rui Ferreira apesar de ser apontado como o mais votado dos candidatos sublinha que é um entre os possíveis e prefere dizê-lo de “outra maneira. Tenho essa aspiração e tenho esse anúncio, mas não sou um elemento isolado”.

Acrescenta que “há diversas pessoas que estão nesse movimento e mais não querem do que um PS diferente e renovado”, diz ao frisar que a candidatura não é uma rutura partidária, nem vai “esquecer o passado”, “tem objetivos traçados”, sendo o mais importante “a unidade do partido” que “é desejada por todos”.

Quanto aos desafios que o poderão levar a uma possível candidatura a líder do PS Feira, Rui Ferreira, entende “que o partido não tem vindo a ser orientado da melhor forma e é chegada a altura de os socialista da Feira perceberem que é a hora de mudança e renovação, sem esquecer todos aqueles que têm vindo a fazer muito pelo partido”, refere ao sublinhar que há objetivos e propostas definidas, mas “não os vou revelar”, porque “para já somos (todos) pré-candidatos a candidatos”. 

Rui Ferreira desvenda que se for candidato e vencer, o PS terá uma nova abrangência à população não militante do partido porque “a função e o trabalho de um partido e dos seus líderes, não significa que tenha que contar apenas com os militantes”

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