Vêm de Escapães as sabrinas mais caras do mundo

Vêm de Escapães as sabrinas mais caras do mundo 

3369 euros: feitas à mão, solas e palmilhas em pele natural, com uma joia de ouro e topázio

▌Josefinas apostam em coleções cada vez mais exclusivas | Fotos: Josefinas.com

A história da sabrina mais cara do mundo não é recente – já foi notícia e fez furor em 2015, mas esta semana a marca portuguesa, confecionada no lugar de Nadais, na freguesia de Escapães, volta à ribalta, com um aumento de vendas de calçado de 50% no primeiro semestre do ano.  
 
A marca portuguesa, Josefinas (clique para conhecer mais), que presta homenagem à mulher e avó de nome Josefina é produzida por artesãos em terras de Santa Maria e celebra este ano o seu sétimo aniversário com resultados de vendas que, segundo a notícia avançada esta semana pelo Jornal Económico, registaram um aumento de 50% no primeiro semestre do ano.   
 
O mercado estrangeiro representa cerca de 30% das vendas é a grande aposta da marca criada pela dupla Maria Cunha e Filipa Júlio — Estados Unidos, Austrália, Canadá e Reino Unido são alguns dos mercados internacionais onde o destaque vai para México e Hong Kong. 

As sabrinas portuguesas crescem em notoriedade pela qualidade que apresentam — feitas à mão por costureiras e sapateiros, numa pequena fábrica de calçado em Nadais, na freguesia de Escapães. 

A marca entrou no mercado mundial em 2013 e segundo a mesma fonte não pretende criar lojas físicas — pode acompanhar as novidades através da loja online e do Facebook; a sua divulgação passa por desenvolver eventos ‘pop-up’ de um dia em Portugal e avançar para a internacionalização dos mesmos em 2020 — experiência já realizada em Londres.

Em 2015 e ao Dinheiro Vivo Maria Cunha explicou que “cada par de sabrinas é muito mais do que apenas um par de sabrinas: é um manifesto de homenagem aos sapatos feitos à mão”. A grande aposta da dupla criativa passa por desenvolver coleções cada vez mais exclusivas, sem descurar os modelos clássicos “vamos continuar a demonstrar a nossa capacidade de inovar numa sabrina”, sublinha.

A marca portuguesa com a marca território feirense associa-se agora à Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) e, no dia 25 de novembro, Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, vai lançar um modelo de sabrinas pretas e brancas criadas para alertar para o problema social da violência contra o género feminino.

Josefinas “Sal Azul Persa”: 3369 euros por um par

 

Solas e palmilhas em pele natural, as Josefinas Sal Azul Persa são decoradas com uma joia de ouro e topázio azuis, criada à mão por joalheiros portugueses. “São mais uma forma de fazermos, através de coisas simples, coisas extraordinárias”, explicou Maria Cunha, ao Dinheiro Vivo. 

O lançamento deste modelo, que custa 3369 euros(clique para ver), foi apenas um dos passos que integram a estratégia da empresa, criada em 2013.

O modelo, inspirado “na rareza e beleza do sal azul persa recolhido apenas no Irão” e, na altura,  Maria Cunha “gostava que o primeiro par vendido fosse comprado por portugueses. Provavelmente haverá pessoas que não vão compreender, mas queremos continuar a fazer de cada peça uma joia”.

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