A proposta, relatada pela primeira vez pelo Politico, foi levantada pelos aliados de Kiev antes e obteve a aprovação da Comissão na segunda -feira. Mas provavelmente exigirá a assinatura de Budapeste, o que é improvável que dê.
O plano também enfrenta uma reação de vários outros países, incluindo a França, a Holanda e a Grécia, e é improvável que obtenha uma ampla aprovação na Dinamarca, de acordo com três diplomatas da UE e um funcionário da presidência francesa que falou com o Politico sobre a condição de anonimato para discutir deliberações sensíveis.
4. Novas sanções da Rússia
O 19º pacote de sanções da UE, anunciado no mês passado, ainda não foi aprovado por todos os países membros. Ele tem como alvo uma lista expandida de bancos russos e estrangeiros e empresas de energia, de acordo com um projeto de anexo – incluindo empresas da China, Emirados Árabes Unidos, Quirguistão e Tajiquistão.
A Hungria tem um longo histórico de obstrução de sanções (antes de eventualmente desistir), e o primeiro -ministro Viktor Orbán foi otimista por desmamar a energia russa.
5. Berlim traz o calor
O chanceler alemão Friedrich Merz está chegando a Copenhague com uma lista de queixas, dizendo a figuras do partido na semana passada que planeja trazer uma “lista precisa de demandas” para limitar a “regulamentação constante” da UE e “colocar um graveto nas rodas desta máquina em Bruxelas”.
Espera -se que o chefe entre suas pedidos seja derrubado ou enfraquecendo a proibição do motor de combustão do bloco. Mas esse debate está programado para dividir o bloco, com a Suécia firmemente contra o abandono do prazo de 2035 para se afastar dos carros a gasolina e diesel.
O que não será discutido: a posição da Alemanha sobre a sancionação de Israel. Merz, que flutuou entre apoio total a Israel e a condenação de mortes civis em Gaza, deveria finalmente esclarecer a posição de Berlim em Copenhague, mas desde então adiou uma decisão, segundo um funcionário.




